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quinta-feira, 30 de junho de 2011

Bom, mas sem Tempero

Uma Mulher Para Amar - Carol Grace


Seduzida por um sheik?

Anne Sheridan era a dama de honra no casamento de sua melhor amiga. Mas o perfume das flores a perturbou, e depois de ter tomado várias doses de antialérgicos, Anne desfaleceu e acabou sendo carregada pelo atraente Rafik Harun. Imagine a surpresa dela ao acordar na cama do famoso sheik!

Cavalheiro, Rafik não tirou vantagem da beldade adormecida que estava sob seus cuidados... apesar de considerá-la a mulher mais desejável que já conhecera. Quando ela acordou, porém, fez-lhe um ousado pedido: que ela fingisse ser sua noiva, até que Rafik convencesse os pais de que preferia continuar solteiro. Ou até que a linda Anne encontrasse um lugar para Rafik em seu coração...




Tanto Anne quando Rafik precisam de um companheiro fictício, então decidem uma troca de favores e mentiras. Gostei muito dessas partes, com ambos fingindo e tudo mais.

Ao todo é um bom livro; talvez não tenha me marcado o suficiente para que eu lembre de toda a história, mas é um bom passatempo.

Quanto aos corações, não encontrei nada mais... picante, então fica assim mesmo. Lembrando que faz tempo que li esse livro, então se alguém não concordar com as minhas notas, é só falar, oks?

Aqui, o link para download. Boa leitura:




Mil beijinhus e até a próxima!

sábado, 25 de junho de 2011

Fantasia de Sheik, adorooo :D


Fantasia Árabe - Lynne Graham


A lealdade que sentia por sua família e a segurança de que seu amor por Chris nunca seria correspondido, obrigaram Polly a aceitar a proposta de casamento do príncipe Raschid. Não esperava ser feliz, assim, em vez de esforçar-se para conseguir algo tão utópico, pôs todo seu empenho em tratar de adaptar-se a sua nova situação. No entanto, pouco a pouco, foi descobrindo que ao príncipe sim lhe importavam seus sentimentos e que o autoritário Raschid podia ser um complexo e encantador companheiro. Será que ele alguma vez a amaria como tinha amado Berah, sua primeira mulher?




Primeiro de tudo, é um bom livro. Polly e Raschid se casam logo no início, bem antes de se apaixonarem, mas logo sentem uma atração mútua. Nisso, Polly começa a se questionar. Além deles mesmos, apenas os ex impedem que esses dois fiquem juntos de verdade, e é assim que a história segue, cheia de acontecimentos, que culminam em várias descobertas numa fortaleza do deserto.

É basicamente isso, e seria uma leitura agradável se a tradução fosse um pouco melhor. Como conheço Lynne Graham, sei que o defeito do livro estava na tradução, puro control c, control v direto para o tradutor do google. Realmente penei para entender, e por isso minha leitura demorou um pouco mais.

Mas mesmo assim não achei que o livro merecesse mais de 3 estrelas, pois é uma história até fraca, sem grandes momentos de paixão ou reviravoltas. É tão manjada que há muito eu já tinha descoberto os segredos dela.

Aqui, o link para download, nada melhor do que a que eu li, mas a única que encontrei na net:




Mil beijinhus e até a próxima!

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Um Pouco dos Beduínos


Paixão de beduíno - Barbara Cartland


Desde menina, Vita ouvia os parentes sussurrarem, chocados, sobre os vários maridos e muitos amantes de sua prima Jane Digby, uma mulher cujas paixões eram mais fortes do que todas as convenções. E que, por isso, tinha escandalizado não só a família como toda a Europa. Foi na famosa Jane que Vita pensou, quando os pais quiseram forçá-la a casar com um velho. Só a prima, que vivia agora com um sheik no deserto da Síria, poderia ajudá-la a escapar daquele casamento e lhe ensinar a importância do amor. Para encontrá-la, Vita fugiu de casa, a caminho do Oriente. No deserto, ela iria realmente aprender muito sobre o amor… mas não com a prima Jane!




A única saída para um casamento arranjado que Vita encontrou foi percorrer mares e desertos atrás da prima, Jane Digby, uma figura que realmente existiu e foi alvo de várias biografias. O preconceito de que foi alvo é um ponto irritante, pois uma mulher que largou tudo, procurando o amor por onde passava, foi um verdadeiro escândalo na época, mais movido por inveja do que por repulsa.

E é por esse caminho que Vita decide seguir, e passa mais da metade do livro 'seguindo'. Essa parte é um tanto cansativa, até que ela encontra seu próprio príncipe do deserto. Ela se joga de cabeça, sem nem medir consequências; tanto que até me surpreendi quando ela lançou a famosa frase com 'A' do nada, algo fácil de entender para quem está acostumado a ler os livros de banca.

A história fica bem melhor a partir dai, porém o que me fez dar 3 estrelas foi um fato que não posso revelar aqui (spoilers), mas posso dizer que esse sheik não é exatamente o que aparenta. O que, na minha opinião, tirou o brilho do livro.

Há muita ação, guerras entre beduínos, sem falar no romance, é claro.

Se voce quiser conferir, aqui está o link para download:




Mil beijinhus e até a próxima!

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Tudo que Lola quiser... menos o Egito


Whatever Lola wants - 2007


Lola vive em Nova Iorque, onde trabalha no correio. Ela sonha em se tornar dançarina. Seu amigo gay Youssouf lhe fará descobrir a história de Ismahan, a lendária dançarina egípcia. A partir de então o projeto de vida de Lola é tornar-se uma bailaria tão fascinante quanto Ismahan. Mas este projeto é capaz de superar todos os obstáculos, inclusive aqueles ocasionados por um desilusão amorosa?

Trailer:



O que chamou minha atenção nesse filme foi o pequeno aparecimento do Egito nele. Como sabem, sou apaixonada por tudo que for egípcio, e não poderia deixar esse filme marroquino passar. Porém, foi esse o problema, ele é marroquino. Além de ser uma versão árabe de 'O Sabor da Paixão'.

A história é até interessante, com Lola correndo atrás de seu amor, e no final se apaixonando pela dança do ventre; essa é uma das melhores partes, a dança do ventre. Determinada, Lola parte em busca de alguém que possa ensiná-la essa arte milenar: a maior dançarina do 'Egito' (não aguentei não colocar aspas, daqui a pouco explico porque), que tornou-se um tabu perante a população depois de ser flagrada traindo o marido.

Na verdade, essa parte é tão interessante que realmente rouba a atenção; a torcida volta-se para o caso de Ismahan e sua filhinha, culminando num surpreendente final. Vale a pena assistir esse filme apenas pela história de Ismahan.

Agora, os pequenos errinhos que encontrei no filme:

  • 1: A dança do ventre foi proibida para estrangeiras no Egito, exceto para espetáculos direcionados apenas para o público estrangeiro. Isso, em si, destroi totalmente a história de Lola, que começa dançando num cabaré egipcio (é por essa razão que o resto das dançarinas serem pouco atrativas)
  • 2: Cadê o Egito? Não, sério, não há Nilo, ou as piramides (Apenas em uma pequena cena). Praticamente todo o filme se passa no Marrocos, não no Egito.
  • 3: A cidade dos mortos não tem nada a ver com o descrito no filme. Bom, pelo menos até onde eu saiba...


Agora, uma fala que marcou: "Quando um europeu se apaixona, ele se casa. Quando um árabe se apaixona, ele se casa com outra pessoa".
Triste d+++!!!

Minha classificação:




Mil beijinhus e até a próxima!

P.S.: Quero um bolo de casamento em formato de piramide também!!